domingo, 2 de março de 2014

Ágatha, afaste esses olhos tristes do meu mundo




Nunca mais será a mesma coisa;
Porque não guardar só o que há de bom?
-O que vemos desaparece tão rápido...
É verdade, nunca mais verei as violetas daqueles vasos em frente ao seu quarto com olhos de criança...

Minha alma está muito distante agora... Bem distante do seu mundo.
Tão distante que não há nada que você possa dizer  para que eu volte.
É hora de ver o que tem lá fora, de acompanhar o que perdemos enquanto estávamos seguindo a estrada a dois,


“Pise do lado de fora, o verão está florescendo;

Fique ao lado da lareira

Tire esse olhar da sua cara

Você nunca irá queimar meu coração”