sábado, 16 de julho de 2011

Verdades

   Entre infindáveis peças que influenciam e compõem... Sou alguém que ainda acredita no amor... É, o amor, mas não o amor de 3 dias que se afundam por ai em copos de bebidas destiladas, isso não é nem primo do velho amor.
   Está todo mundo querendo passar a imagem desbotada de badalação, da vida de bilhões de amigos e nada “sério”... Eu acho que o grande medo é que descubram as marcas por trás das máscaras. Eu acredito mesmo é que a maioria não sabe que apelidam “profundo” de “sério” por ai... O que pra mim não é tão apropriado, acho que sério combina com imóvel. Profundo não, profundo combina com emoção. Alguém falou em coisa séria? Corre por favor! São vários copos de bebidas, jogos de sedução, dar a corda, tirá-la, sorrisos ensaiados, atitudes premeditadas, beijos sem alma, eu prefiro pagar o preço de ser diferente da massa... Pois no final da terça-feira, quando se sente aquele gosto amargo na boca, é a solidão, aquela magrela sombria, que você vive fingindo que não existe, porque no fundo ninguém te conhece! Sim, no final de tanta badalação, o que resta? O que você fez do seu tempo e o que plantou na emoção das pessoas? O que você escuta agora? cri, cri, cri... Não tem nada ai dentro, cara!
   Então, se acreditar no amor, na amizade, em fidelidade, gostar de boas músicas, livros, café e um papo legal é brega... Muito prazer! Eu sou brega! =)
   Acontece que grandes emoções não são para sucatas, são coisas dignas de pessoas corajosas que arriscam tirar as máscaras, expor a pele fina e abrir o peito! E as máscaras, bom, uma hora elas caem!

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